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Bacharel em Administração Pública pela Universidade Católica de Brasília e FACAPE/PE, consultor em administração pública e, em desenvolvimento organizacional, com 46 anos de experiência na área pública iniciada no Exército e, que continuo em toda extensão da vida civil. Responsável por relevantes trabalhos em importância e quantidade, na área de formação e relacionadas ao desenvolvimento da administração pública e das organizações civis; dentre os quais: implantação de entes públicos, reformas administrativas e institucionais, incluindo implantação de município recém-emancipado, planos de carreira, regime jurídico dos servidores, concursos públicos, códigos tributários municipais, defesas de contas públicas, audiências públicas, controle interno, normas de posturas e ambientais, etc. Com a atuação ativa na área da filantropia e das organizações sociais. Com passagens e atuação no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Pernambuco, onde, inclusive, fixou residência.      

segunda-feira, 14 de abril de 2008

O PAPEL DO ADMINISTRADOR NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

Palestrante: Nildo LimaSantos
Bel. Em Ciências Administrativas
Consultor em Administração Pública
Consultor em Desenvolvimento Organizacional














Outubro/2005






















I – A PROFISSÃO:

• Origem
• Multidisciplinaridade
• A Falta de Reconhecimento
• A Invasão por Profissionais de Outras Áreas
• A Necessidade de se Impor e, como se Impor.

ORIGEM

Poderemos dizer que: “A profissão de ADMINISTRADOR teve origem no Século XVII com Descartes que pregou o poder da razão para solução de qualquer espécie de problema. É o que ficou conhecido como RACIONALISMO”.

No Século XVIII, o RACIONALISMO atingiu o seu apogeu, para no século XIX ser aplicado às ciências naturais e finalmente às ciências sociais.


No Século XX surgem os pioneiros da racionalização do trabalho e, como em muitos aspectos suas idéias eram semelhantes, ficaram conhecidos como fundadores da Escola de Administração Científica ou Escola Clássica. O pensamento central dessa escola pode ser resumido na afirmação de que:

“Será um bom administrador aquele que planejar cuidadosamente os seus passos, que organizar e coordenar racionalmente as atividades de seus subordinados e que souber comandar e controlar tais atividades.”

MULTIDISCIPLINARIDADE

Sobre as ciências da administração e sobre a profissão de ADMINISTRADOR: há uma necessidade de focarmos a profissão como um elo racional capaz de congregar os múltiplos conhecimentos da sociedade humana para o desenvolvimento de uma organização no sentido lato. Dessa consciência, me faz ousar conceituar a profissão:

“Administração é a ciência do arranjo sistematizado do conhecimento multidisciplinar para o desenvolvimento das organizações de trabalho e de produção nos seus multiplos modos e aspectos.”


FALTA DE RECONHECIMENTO

Somente através da Lei Federal nº 4.769, de 09 de setembro de 1965 o Brasil reconheceu a profissão de administrador, mesmo assim, com a denominação de Técnico de Administração.

Diz a lei que o exercício da profissão de Técnico de Administração é privativo dos bacharéis em administração pública ou empresarial. Esta mesma lei criou o Conselho Federal de Técnico de Administração e, os Conselhos Regionais de Técnicos de Administração.


A INVASÃO POR PROFISSIONAIS DE OUTRAS ÁREAS

Por ser uma profissão cuja atuação maior está relacionada ao processo decisório e, face ao atraso do Estado Brasileiro e, conseqüentemente da sociedade brasileira, inevitavelmente, outros profissionais, políticos e empresários sem o preparo adequado são constantemente flagrados no exercício da profissão sem sequer qualquer coibição por parte do CFTA ou CRTA.


A NECESSIDADE DE SE IMPOR E, COMO SE IMPOR

A necessidade de SE IMPOR é óbvia para a sobrevivência dos profissionais, vez que a profissão jamais desaparecerá e, à medida, em que a sociedade evolui e se torna mais complexa, sempre existirá a necessidade de administradores.

COMO SE IMPOR – através do aprimoramento pessoal e, das reivindicações junto às esferas decisórias do Estado Brasileiro, participando dos quadro políticos e, através de múltiplas ações junto às instituições locais, fazendo ser reconhecido como solucionador de problemas organizacionais. E, finalmente, acreditar na profissão e em si mesmo.

II – AS FUNÇÕES PRIMORDIAIS:

POC3

• Função Planejamento
• Função Organização
• Função Controle
• Função Coordenação
• Função Comando

As funções primordiais de Administração, surgiram com um dos pais da Administração Científica, FAYOL, no século XX no ano de 1916. São as funções básicas existentes até hoje. Estas funções são também, os princípios básicos que reconhecem a Administração como ciência.

PLANEJAMENTO

“É a distribuição racional no tempo e no espaço, dos elementos necessários à consubstanciação dos objetivos propostos; dá uma visão global do futuro organismo, permitindo a correção de erros com um mínimo de dispêndio.”


ORGANIZAÇÃO:

“Organização é a arte de empregar, eficientemente, todos os recursos disponíveis, a fim de alcançar determinado objetivo.”

Henry Dutton


CONTROLE:

“É a necessidade de acompanhar o funcionamento, mediante a constante comparação entre a previsão e o resultado, com o fim de verificar o rendimento.”


COORDENAÇÃO:

“É a necessidade de sistematizar os esforços, proporcionando a necessária harmonia. A coordenação está para o organismo social e econômico assim como a lubrificação está para a máquina.”

COMANDO:

“É a necessidade de iniciar, acelerar e disciplinar a ação. O comando é em última análise, a orientação da ação no sentido de consubstanciar o propósito ou objetivo, mediante a utilização dos elementos disponíveis.”


III – A INTERAÇÃO COM AS DEMAIS PROFISSÕES

É essencial, inevitável e fundamental para a solução de problemas nos seus múltiplos aspectos organizacionais e sociais.





IV – A RELAÇÃO DO ADMINISTRADOR COM O ESTADO

Relação produtiva e sem promiscuidade.


V – PRE-REQUISITOS FUNDAMENTAIS DO ADMINISTRADOR COMO AGENTE-MUDANÇA

• Boa formação intelectual e acadêmica;
• Discrição, reserva e respeitabilidade;
• Coerência do discurso com a prática;
• Boa dicção;
• Iniciativa e Criatividade;
• Estar atualizado com os problemas do país e internacionais;
• Boa apresentação física;
• Bons conhecimentos práticos e teóricos acima da média dos outros profissionais;
• Grande capacidade de concentração;
• Oportuno nas suas sugestões e críticas;
• Ser prático nas suas propostas;
• Saber ouvir e valorizar as mínimas contribuições e observações críticas;
• Ser responsável com o que se propõe;
• Conhecer outros universos e outras localidades, se possível, outros países;
• Ter boa redação para expor bem suas idéias.


VI – A OPORTUNIDADE NO MERCADO DE TRABALHO E DE EMPREGO

A oportunidade de trabalho e de emprego é ilimitada, ainda mais no país onde o grande abismo do desenvolvimento é exatamente a medida das oportunidades para o bom administrador, em seus múltiplos aspectos e áreas, principalmente junto ao Estado Brasileiro.



VII – O GRANDE PAPEL DO ADMINISTRADOR NA SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA

O grande papel do administrador é o da capacidade de conciliação dos múltiplos interesses e disponibilidade de recursos prol da humanidade sadia e longe dos vícios e equívocos. É o que está mais próximo desta conciliação racional em função da multidisciplinaridade da formação que agrega várias áreas do conhecimento humano.


VIII - A AUTO-REALIZAÇÃO PROFISSIONAL

* do ponto de vista econômico
* do ponto de vista social
* do ponto de vista filosófico religioso
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