Estado Livre

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Bacharel em Administração Pública pela Universidade Católica de Brasília e FACAPE/PE, consultor em administração pública e, em desenvolvimento organizacional, com 46 anos de experiência na área pública iniciada no Exército e, que continuo em toda extensão da vida civil. Responsável por relevantes trabalhos em importância e quantidade, na área de formação e relacionadas ao desenvolvimento da administração pública e das organizações civis; dentre os quais: implantação de entes públicos, reformas administrativas e institucionais, incluindo implantação de município recém-emancipado, planos de carreira, regime jurídico dos servidores, concursos públicos, códigos tributários municipais, defesas de contas públicas, audiências públicas, controle interno, normas de posturas e ambientais, etc. Com a atuação ativa na área da filantropia e das organizações sociais. Com passagens e atuação no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Pernambuco, onde, inclusive, fixou residência.      

terça-feira, 3 de maio de 2016

As Falácias das Ideologias Marxistas e Socialistas



Nildo Lima Santos. Consultor em Administração Pública

A Felicidade de Acumular para Redistribuir, ancora-se rigorosamente e, obrigatoriamente, no capital e de suas relações que propiciem a sua multiplicação. Pois, sem a possibilidade da soma de riquezas individuais e, portanto, da acumulação pela multiplicação, será impossível qualquer forma de divisão e, portanto, os pressupostos das ideologias marxistas e socialistas, caracterizam-nas como verdadeiramente falaciosas.    


A felicidade que se ancora na solidariedade humana e, na livre iniciativa na busca da satisfação da sociedade e, portanto, da humanidade, em todos os sentidos, que somente é propiciado pelo capital, considerando que o capital é todo esforço humano, representado pelo trabalho, capaz de produzir algo em satisfação do bem estar individual que nas somas se coletivizam. Destarte, esses pressupostos verdadeiros negam a existência da felicidade em regimes Marxistas e Socialistas e, esta é, portanto, a razão principal da necessidade de se construir muros para a imposição dos indivíduos a um sistema que lhes nega e, negará para sempre o direito à liberdade que é a condição primeira para que o ser humano seja feliz. Liberdade de expressão, liberdade de criação, liberdade de ofício, liberdade para ir e vir, liberdade de contemplação, liberdade de culto e fé, liberdade de escolha na relação de consumo e, liberdade de seus representantes perante o Estado. 
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