Estado Livre

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Bacharel em Administração Pública pela Universidade Católica de Brasília e FACAPE/PE, consultor em administração pública e, em desenvolvimento organizacional, com 46 anos de experiência na área pública iniciada no Exército e, que continuo em toda extensão da vida civil. Responsável por relevantes trabalhos em importância e quantidade, na área de formação e relacionadas ao desenvolvimento da administração pública e das organizações civis; dentre os quais: implantação de entes públicos, reformas administrativas e institucionais, incluindo implantação de município recém-emancipado, planos de carreira, regime jurídico dos servidores, concursos públicos, códigos tributários municipais, defesas de contas públicas, audiências públicas, controle interno, normas de posturas e ambientais, etc. Com a atuação ativa na área da filantropia e das organizações sociais. Com passagens e atuação no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Pernambuco, onde, inclusive, fixou residência.      

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

NÃO a este Estado bandido!!!



Nildo Lima Santos. Consultor em Administração Pública


“O Povo e Sua Capacidade Seletiva"
"O Povo é admirável para escolher aqueles a quem deve confiar qualquer parcela da sua autoridade.
Ele deve decidir só através de coisas que não possa ignorar, e de fatos que caiam sob os sentidos.”
Montesquieu, in O espírito das leis.


A escolha admirável no sistema democrático em um governo Republicano, segundo Montesquieu, será negada na sua frase seguinte, segundo se constata que, em outras palavras – para maior compreensão – diz: “O povo deve decidir somente através de coisas que não as ignore e, de fatos que caiam sob o seu entendimento”. Destarte, convém chamarmos a atenção para o que está a ocorrer nos dias de hoje na republiqueta de bananas instalada neste País já a partir de José Sarney, com profundas raízes na sedimentação do populismo como forma de se fazer política populista positivada por Leis que negam o Estado saudável ao bem do Povo, portanto, negam a democracia, já que, a democracia é o governo do Povo pelo Povo e, para o Povo. E, a parte última da expressão “...para o Povo” passa a ser negada quando são chamados para decidir na escolha do governante os que ignoram a realidade do que deverá ser feito pelo escolhido em benefício coletivo – em benefício do Povo – e, portanto, escolhem incompetentes, desonestos, oportunistas, criminosos e, tudo que não presta para que supostamente faça o que o eleitor deseja e espera. Piorando mais, ainda, a situação em desfavor do Estado e da sociedade quando os escolhidos são, em grande maioria, sustentados por um sistema político eleitoral criado por eles mesmos para a auto-sustentação nos Poderes da República. Daí os escolhe-se: aqueles eleitores que tenham consciência real do papel a ser exercido pelo escolhido e, suas obrigações – por falta de opção – o governante que já sabe ser inaceitável para o exercício do cargo; e, aqueles eleitores que não tenham a mínima consciência do real papel a ser exercido – os analfabetos, semianalfabetos, jovens em qualquer idade juvenil que não tenham tido a oportunidade do aprendizado das ciências políticas e, do sistema de Estado em que vive (OSPB, Moral e Cívica) – escolhem a esmo pelo desejo simples de ser eleito aquele que mais lhes transmite ideias soltas sobre oportunidades individuais de acordo com as carências materiais de cada eleitor. Destarte, compra-se votos com programas assistenciais, com ofertas mentirosas de ganhos individuais propagadas aos quatro cantos por programas assistencialistas criados apenas como forma de extorsão do voto e do direito à cidadania, na chantagem fácil tutelada pelas instituições da República propiciada pela positivação das intenções e desejos de fazer nas Leis editadas por sistemas de governos dominantes que já se reconhecem bandidos nas múltiplas esferas federadas.  

É chegada a hora de dizer não ao Estado que degenera a sociedade nele assente – e reconhecida como Nação –, na gradativa fragilização deste, ao ponto do risco de perder a sua soberania, dado ao fato da perda de sua identidade, unidade espiritual e, psíquica, que são pré-requisitos justificadores do conceito Nação.


Por isto, devemos dizer NÃO a este Estado bandido!!!              
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