Estado Livre

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Bacharel em Administração Pública pela Universidade Católica de Brasília e FACAPE/PE, consultor em administração pública e, em desenvolvimento organizacional, com 46 anos de experiência na área pública iniciada no Exército e, que continuo em toda extensão da vida civil. Responsável por relevantes trabalhos em importância e quantidade, na área de formação e relacionadas ao desenvolvimento da administração pública e das organizações civis; dentre os quais: implantação de entes públicos, reformas administrativas e institucionais, incluindo implantação de município recém-emancipado, planos de carreira, regime jurídico dos servidores, concursos públicos, códigos tributários municipais, defesas de contas públicas, audiências públicas, controle interno, normas de posturas e ambientais, etc. Com a atuação ativa na área da filantropia e das organizações sociais. Com passagens e atuação no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Pernambuco, onde, inclusive, fixou residência.      

domingo, 5 de junho de 2016

A VERDADE SOBRE O “PRÉ SAL”


Verdades, também, ditas pelo meu irmão Neliton Dias Santos, geólogo que trabalhou por longos anos nas menscionadas plataformas de petróleo sob o comando da Petrobrás espalhadas pela Costa Brasileira fazendo prospecção de petróleo e que foi tema de um artigo que escrevi com o título: "A CARNAVALIZAÇÃO DO PRÉ SAL".


“EM 1978, EU, CARLOS GALANI DOS SANTOS, TRABALHEI EM UMA PLATAFORMA MARÍTIMA DE PROSPECÇÃO DE PETRÓLEO NA BACIA DE SANTOS”.

A concessão da área era da British Petróleun, a plataforma era da Pennzóil e a firma em que eu trabalhava, como Auxiliar de Geólogo, era a Oil (Ocean Inchcape do Brasil). A plataforma tinha o nome de SEDCO 706.

A base era em São Sebastião, de onde saia o helicóptero que nos levava para a plataforma. O tempo de voo era de uma hora e distavam aproximadamente 200 km, já na beira da plataforma continental do Brasil. Com tempo bom se avistava da plataforma a claridade da cidade do Rio de Janeiro em noites claras. Estas informações são para que situe a localização aproximada.

Pois bem, meu trabalho consistia em recolher amostras coletadas das brocas de perfuração, trata-las e analisa-las quanto à presença de carbono, o que indicaria a possibilidade de haver ou não petróleo naquele furo.

E, sim, havia carbono em quase todos os furos que eram feitos. Mas, a profundidade em que eram encontrados estes indícios da possibilidade de haver petróleo tinha uma lâmina. d´água na média de 176 metros e os furos eram todos com mais de 3.000 metros!
Foram centenas de furos e todos devidamente marcados quanto à localização e lacrados com cimento, pois não havia na época tecnologia para que se retirasse o petróleo em segurança, como não temos até hoje.

Imaginem minha indignação quando este desgoverno começou a usar estas informações como se fossem “novidades” descobertas por “eles” em… 2005!
De lá para cá, iludiram o país inteiro, com a conivência dos políticos, que certamente também tinham estas informações que lhes passo aqui, com a possibilidade, ainda impossível, de o país ficar “rico” com este petróleo inviável economicamente, ao menos no atual momento.
Era isto que tinha para dizer, meu testemunho de que nosso governo mente, e mente em tudo o mais, inclusive quando se diz “democrático”, pois sabemos que o viés é totalitário.

Mentem somente… Lastimavelmente…
O Pré-sal foi descoberto em 1974, no governo Geisel. Foi mapeado no governo Itamar Franco. Sua extração foi declarada inviável no governo Fernando Henrique, e no mundo inteiro não há tecnologia para extrair petróleo do Pré-sal.

Lula, com o governo em queda, resolveu enganar o povo, dizendo que descobriu o Pré-sal e que os problemas do Brasil estariam resolvidos.
O que surpreende é que os políticos e governadores “aliados” brigam por sua “divisão”. Divisão de quê?
O governo distribuiu dinheiro da Petrobrás a rodo para PTistas e aliados, CUT, Sem-terra, UNE, etc., na compra de votos. O povo não sabe nem quer saber. A ignorância é geral. O importante é o PT, LULA E Dilma.
O dinheiro acabou. E a Petrobras, pré-falida, agora importa gasolina, óleo, álcool de milho, etc.

Paulo Murilo Guterres
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