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Bacharel em Administração Pública pela Universidade Católica de Brasília e FACAPE/PE, consultor em administração pública e, em desenvolvimento organizacional, com 46 anos de experiência na área pública iniciada no Exército e, que continuo em toda extensão da vida civil. Responsável por relevantes trabalhos em importância e quantidade, na área de formação e relacionadas ao desenvolvimento da administração pública e das organizações civis; dentre os quais: implantação de entes públicos, reformas administrativas e institucionais, incluindo implantação de município recém-emancipado, planos de carreira, regime jurídico dos servidores, concursos públicos, códigos tributários municipais, defesas de contas públicas, audiências públicas, controle interno, normas de posturas e ambientais, etc. Com a atuação ativa na área da filantropia e das organizações sociais. Com passagens e atuação no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Pernambuco, onde, inclusive, fixou residência.      

quinta-feira, 16 de março de 2017

Comunismo + Islamismo. Ingredientes perfeitos para a destruição do mundo





Nildo Lima Santos

A humanidade efetivamente está correndo graves riscos. Riscos estes proporcionados pela doutrina política do comunismo que é um sistema político que não admite a crença em Deus e é portanto, uma doutrina que além de ser em prol do ateísmo é temerosamente totalitarista. Portanto, admite-se como método a destruição dos valores culturais das sociedades em função do predomínio do comunismo através de líderes partidários que se sustentam nos poderes de um estado que lhes são transferidos perenemente, como se estes fossem os próprios deuses aqui na terra. A tolerância às diferenças e o respeito à história e aos que pensam ao contrário dos que dominam não existe em hipótese alguma. A regra é: o partido pelo partido, o povo pelo partido, o partido pelos líderes do partido e os líderes do partido por si mesmos em função dos seus desejos que se somam em uma lógica de intolerância e arquitetada para o domínio perpétuo. São eles: os deuses, a história, os poderes, os herdeiros dos poderes, o estado, a ordem, os costumes. E, ai daquele que os contrarie, a pena de morte e/ou condenação perpétua é o castigo e o prêmio para os poderosos do sistema.

Há diferença do Islamismo para o comunismo?! - quase nenhuma...!!! Apenas o Islamismo admite um deus que não reconhece as diferenças no mundo e, portanto, quem não for muçulmano não deve existir. É o que se tiram como regras do Alcorão, a ser seguidas conforme as correntes interpretativas desse livro que é sagrado para os muçulmanos. O radicalismo é exorbitante que eles mesmos não se entendem em suas correntes de interpretação do livro sagrado supostamente escrito por Maomé, a exemplo: os Xiitas e Sunitas que geram o terror absoluto nos territórios árabes, e, portanto, se matam e se guerreiam em eventos vis e desumanos impensáveis e inaceitáveis para quem realmente tem o temor a Deus. O Estado passa a ser tolerado apenas quando sob as regras do Alcorão que passa a ser a lei acima das leis maiores da nação, as quais, a rigor têm como lei maior o próprio livro sagrado e o comando do estado através dos líderes religiosos que definem e redefinem o estado que se mantém no atraso quando relacionado à tolerância na convivência humana e às liberdades de expressão e de opinião. Neste ponto, se igualam aos ateus comunistas, para os quais, a fé se resume: os comunistas eternamente no poder dos líderes do Estado Totalitário Comunista e, portanto, de ateus; e os Islâmicos, monoteístas, eternamente no poder dos líderes Muçulmanos do Estado Totalitário Islâmico.

Ao imaginarmos o mundo caminhando para o predomínio, em parte pelo sistema político de domínio comunista e, em outra parte, pelo sistema político religioso Islâmico, imaginaremos com certeza o apocalipse total para a humanidade. São encontros que nas intolerâncias se resumirão na implosão do planeta terra, em função das intolerâncias de lado a lado. Ou o ser humano toma consciência dos mandamentos de Deus e a ele confie e dirija as suas preces em favor das tolerâncias como uma dádiva Divina, ou a humanidade que está a habitar a terra desaparecerá por completo e não tardará a que isto aconteça.


Considerando tais premissas, não há como aceitar naturalmente e descuidadamente a abertura das fronteiras de uma Nação que já se reconhece e é reconhecida mundialmente como uma nação civilizada e tolerante tendo como princípios a plena democracia, e a nação que se quer chegar a essa condição, vez que, a tolerância em confronto com o intolerante, sempre perderá terrenos em razão da concessão natural de terrenos e espaços ao intolerante o qual, raramente se abdicará de suas convicções formadas em uma consciência que dificilmente será curada. Rigorosamente há de ser reconhecido que comportamentos não se mudam da noite para o dia e, quando este é formado pela fé herdada de antepassados, passando de geração para geração, de pai para filhos, em uma sociedade que este predomina, a mudança será rara e, praticamente, inexistirá. Cada povo e cada nação tem as suas fronteiras. E estas precisam ser preservadas, ao bem da diversidade humana e da harmonia da convivência entre os povos, neste nosso pequeno mundo chamado terra. Fronteiras que abrigam estados que são o equilíbrio da sociedade humana que, também, se reconhece como predadora de si mesma.                
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