Estado Livre

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Bacharel em Administração Pública pela Universidade Católica de Brasília e FACAPE/PE, consultor em administração pública e, em desenvolvimento organizacional, com 46 anos de experiência na área pública iniciada no Exército e, que continuo em toda extensão da vida civil. Responsável por relevantes trabalhos em importância e quantidade, na área de formação e relacionadas ao desenvolvimento da administração pública e das organizações civis; dentre os quais: implantação de entes públicos, reformas administrativas e institucionais, incluindo implantação de município recém-emancipado, planos de carreira, regime jurídico dos servidores, concursos públicos, códigos tributários municipais, defesas de contas públicas, audiências públicas, controle interno, normas de posturas e ambientais, etc. Com a atuação ativa na área da filantropia e das organizações sociais. Com passagens e atuação no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Pernambuco, onde, inclusive, fixou residência.      

terça-feira, 28 de março de 2017

O indivíduo diante da ética nacional

Filha...

O raciocínio merece mil, e os oitocentos dado pelo professor com as ligeiras correções quanto à pequenas disposições do texto, não poderão ficar abaixo da nota mil. Brilhante texto, vez que é realista e demonstra o quanto passou de fato a entender sobre alguns pontos que tem muito a ver com a filosofia. A boa filosofia Socrática e Aristotélica e que se encaixam perfeitamente nos problemas brasileiros. A falta de ética geral. E, não há como discordar os que tem o senso da realidade de um País carcomido pelos esquerdopatas que destruíram a boa ética nacional.

Nildo Lima Santos



O indivíduo diante da ética nacional

Sarah Karen Sousa Lima

É “sine qua non” que quando se fala de ética, dá o conceito de algum comportamento adequado frente à sociedade. Então, pode-se dizer que um ato de rudeza, de grosseria, ou de brutalidade, seja um ato antiético.

A tratar da ética nacional, é de extrema consonância dizer que o Brasil é um país onde se pode ver o alto índice de violência, governantes corruptos, jovens envolvidos com coisas ilícitas, pouca escolaridade, analfabetismo aos extremos, e muitos outros fatores inadequados a um país de boa ética.

Em meio a tanto detrimento da ética, o indivíduo se encontra perdido, por conta dos exemplos que a sociedade fornece, e que não são tão bons assim. Grande parte da sociedade não tem maturidade para discernir o certo do errado. Sendo assim, os indivíduos, acabam culpando uns aos outros por seus erros.

Devemos, então, cobrarmos a nós mesmos por bons resultados. Cobrarmos dos governantes, contribuir para melhorarmos a democracia do país, para que assim, possamos ter uma melhor sociedade. Até porque quem faz a ética da sociedade são os indivíduos que nela estão inseridas.    

   
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