Estado Livre

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Bacharel em Administração Pública pela Universidade Católica de Brasília e FACAPE/PE, consultor em administração pública e, em desenvolvimento organizacional, com 46 anos de experiência na área pública iniciada no Exército e, que continuo em toda extensão da vida civil. Responsável por relevantes trabalhos em importância e quantidade, na área de formação e relacionadas ao desenvolvimento da administração pública e das organizações civis; dentre os quais: implantação de entes públicos, reformas administrativas e institucionais, incluindo implantação de município recém-emancipado, planos de carreira, regime jurídico dos servidores, concursos públicos, códigos tributários municipais, defesas de contas públicas, audiências públicas, controle interno, normas de posturas e ambientais, etc. Com a atuação ativa na área da filantropia e das organizações sociais. Com passagens e atuação no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Pernambuco, onde, inclusive, fixou residência.      

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Revelações sobre o Estado e o Islamismo pelo italiano GAETANO MOSCA já no século VII

Revelou-nos, o professor ilaliano GAETANO MOSCA, in História das Doutrinas Políticas, Editora EBAL, Rio de Janeiro, tradução da edição francesa de 1936 (Storia delle Dottrine Politiche) pelo professor GASTON BOUTHOUL – em 1955 – à qual acrescentou, para completar a obra, um breve resumo da história das doutrinas políticas a partir do primeiro pós-guerra, pg. 22, Capítulo III “Os Grandes Impérios Orientais”:

“No século VII de nossa era constituiu-se, sobre o tipo dos antigos impérios orientais, o império árabe-muçulmano; este imitou, em parte, a organização e as instituições do império bizantino, principalmente as do império persa dos Sassânidas, destruído pelos árabes. Sem dúvidas, a religião muçulmana não tinha o caráter das religiões nacionais, isto é, Alá é um deus universal, sendo considerados como membros do corpo político do Estado muçulmano apenas aqueles que acreditavam que Deus se revelara a Maomé e lhe comunicara o Corão, livro santo e ao mesmo tempo código religioso, político e civil. Os adeptos de outros cultos eram tolerados, mas submetidos a um imposto especial e excluídos do serviço militar e dos cargos públicos. A organização do Estado tinha portanto uma base religiosa sem que nele existisse, entretanto, uma Igreja separada do Estado, e sem que existisse uma teocracia, uma vez que não havia na sociedade muçulmana, e não há, clero separado do estado laico.”     

Ideia central do pensamento modificada?

- Pelos fatos ao longo de décadas e, reincidentes e contínuos até os dias de hoje, acredita-se que não!!!
Por: Nildo Lima Santos.


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