Estado Livre

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Bacharel em Administração Pública pela Universidade Católica de Brasília e FACAPE/PE, consultor em administração pública e, em desenvolvimento organizacional, com 46 anos de experiência na área pública iniciada no Exército e, que continuo em toda extensão da vida civil. Responsável por relevantes trabalhos em importância e quantidade, na área de formação e relacionadas ao desenvolvimento da administração pública e das organizações civis; dentre os quais: implantação de entes públicos, reformas administrativas e institucionais, incluindo implantação de município recém-emancipado, planos de carreira, regime jurídico dos servidores, concursos públicos, códigos tributários municipais, defesas de contas públicas, audiências públicas, controle interno, normas de posturas e ambientais, etc. Com a atuação ativa na área da filantropia e das organizações sociais. Com passagens e atuação no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Pernambuco, onde, inclusive, fixou residência.      

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

A ausência do cristão na política é a imensa porta aberta para o governo dos maus




Nildo Lima Santos. Consultor em Administração Pública 

Entendemos que a política é inerente ao ser humano! Todo homem é um ser social político e somente através da política é possível garantirmos a liderança da sociedade pelos justos em favor do bem, ou pelos injustos no império do mal. Para que sejamos liderados pelos justos, necessariamente, teremos que reconhecê-los na consciência das doutrinas cristãs para concepção da existência de Deus e de sua aceitação como verdadeiro Arquiteto do Universo. Sendo a política necessária para o governo dos justos é evidente que o lugar a ser ocupado na política para a condução da sociedade para o bem – baseada nos valores cristãos – é exclusivamente para os que representam o bem. E, no bom conceito da política, há necessidade desta condução por líderes religiosos para que evidentemente o Estado tenha um governo que seja justo. Para tanto deverá que embasar suas ações, nos ensinamentos de Cristo.

O líder cristão, não poderá ser visto com estranheza pela participação nas disputas políticas, na representação do povo que o escolherá. Estranho, é a omissão do povo cristão, o povo de Deus, que deveria e deve se credenciar para a salvação do seu rebanho em geral das garras dos descrentes em Cristo e em Deus!!! A omissão oportuniza o grande espaço – que deveria ser dos justos – aos invasores oportunistas ateus ou devotos de seitas satânicas que conduzem a sociedade contra os valores cristãos. Daí o império, no Estado, das decisões anticristo que contrariam a lógica da vida e noção da existência do homem e sua relação com Deus, ferindo princípios cristãos: casamento, família, sexualidade, liberdade religiosa, cultura do crime do aborto, etc.

As verdades históricas clareiam a nossa mente através dos registros bíblicos: “O cristão é chamado a obedecer às autoridades governamentais. E se estas forem más, estarão sujeitos a elas e às suas leis.” (Romanos 13.1) O cristão deve ter consciência de sua tarefa como ser social político para que o mal não impere sobre o bem.

Queremos ser governados com alegria, “porque quando os honestos governam; o povo se alegra, mas quando os maus dominam o povo geme”. (Provérbios 29.2)

Porque feliz é a nação cujo Deus é o Senhor. Ver: "Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor, e o povo ao qual escolheu para sua herança." (Salmos 33:12). Devemos eleger líderes de nossa nação que não somente digam que creem em Deus mas que realmente tenham um histórico de vida com Deus e para Deus.


Se o mal continuar a crescer no domínio desta Nação, você poderá um dia ser impedido de professar a sua fé e ser impedido de vivê-la em Cristo e para Deus, por causa das leis dos homens !!! Portanto, lembro-vos Mateus 24:9:


“Então vos hão de entregar para serdes atormentados, e matar-vos-ão; e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome”.

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