Estado Livre

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Bacharel em Administração Pública pela Universidade Católica de Brasília e FACAPE/PE, consultor em administração pública e, em desenvolvimento organizacional, com 46 anos de experiência na área pública iniciada no Exército e, que continuo em toda extensão da vida civil. Responsável por relevantes trabalhos em importância e quantidade, na área de formação e relacionadas ao desenvolvimento da administração pública e das organizações civis; dentre os quais: implantação de entes públicos, reformas administrativas e institucionais, incluindo implantação de município recém-emancipado, planos de carreira, regime jurídico dos servidores, concursos públicos, códigos tributários municipais, defesas de contas públicas, audiências públicas, controle interno, normas de posturas e ambientais, etc. Com a atuação ativa na área da filantropia e das organizações sociais. Com passagens e atuação no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Pernambuco, onde, inclusive, fixou residência.      

terça-feira, 18 de outubro de 2016

A anarquia já anunciada que vitimou o Brasil em sua constituição e soberania

Em março de 2009 publiquei o artigo que segue com o título da época onde já tinha chamado a atenção para os governos de absurdos no Estado Brasileiro. É sempre bom recordar para que se tenha o bom registro histórico de como uma sociedade não deve se acomodar e se intimidar com o mal, principalmente, semeado pelos deseducados e oportunistas com idiologias do atraso.

Vamos, então, ao artigo que não se tratou de profecia, mas de constatação real face às aálises dos fatos: 


SOB O IMPÉRIO DA ANARQUIA E REFÉNS DA CHANTAGEM

* Nildo Lima Santos.


            É triste e revoltante para os cidadãos que são forçados a testemunharem, passivamente sob a pressão da esmagadora maioria oportunista e sem consciência, o império da anarquia, beirando a unanimidade e que transforma a sociedade refém da chantagem. A revolta, diga-se de passagem, reside tão somente naqueles cidadãos que tiveram suas origens nas boas famílias onde as tradições cristãs e o respeito ao próximo ainda são regras essenciais de uma boa educação. Pois, a maioria, sem uma boa origem familiar, sem boa formação, sem temor aos castigos divinos, que nega e fere tais regras, em sandices, desrespeito ao próximo e ao Estado, naquilo que representa como legítimo em seu reconhecimento como causa de ser uma nação, até então, identificada pelos seus símbolos formais, pelos seus costumes positivados – isto é, transformados em leis, pela cultura e pela sua história e tradições – é a que hoje domina o Estado Brasileiro e o transforma em Estado Bandido, destarte, transformando aos que lhe fazem oposição em reféns e perseguidos.

            É o Estado dos “sem terra”, dos “sem teto”, da “polícia política”, dos “juízes dos esquemas”, dos “promotores políticos e atabalhoados”, do “clientelismo institucionalizado”, das “instituições públicas aparelhadas” e, “do populismo crescido das mentiras na manipulação de dados e informações”. Então, não nos resta outra coisa a não ser a sujeição das chantagens e a omissão nas denúncias e providências. Denunciar para quem e para que?! – Para os bandidos que tomaram de assalto as instituições federais, estaduais e municipais, enfim, o Estado!!! – Para que seja perseguido pelo resto da vida e sentir na carne o furor dos intocáveis que se encastelam nos múltiplos órgãos públicos, em especial no judiciário!!! Então, não há saída a não ser a subserviência a este Estado que não é o Estado para os cidadãos. É o Estado para os que desconhecem e descumprem a Constituição Federal na invasão de terras, paradoxalmente sustentados e fomentados por quem deveria garantir o direito de propriedade, na forma do inciso XXII do artigo 5º da Constituição Federal, comprovadamente pelo Governo Federal e demais entes estatais (Estados Federados e Municípios) espalhados pelo País e, que se alinham a esta política boa para os desordeiros, os pedintes, os incompetentes, os bandidos e viciados que povoam os cargos públicos e esta imensa nação brasileira que já tem a pecha de não ter uma boa origem histórica (degredados e escravos).            

            Onde estão os que deveriam zelar pelos direitos difusos e coletivos e, pelo cumprimento da ordem institucional legal e, pelo patrimônio público à mercê dos vândalos que invadem prédios públicos, propriedades privadas, pontes, estradas e reservas ambientais? Onde está a justiça que se mantém cega nas suas providências quando não existe a recompensa para os que julgam e decidem? – Podemos responder com lucidez cristalina: - Estão cumpliciados no mar de desordens e anarquias, produzindo e ajudando a produzir gerações de reféns e vítimas nas mãos dos contrabandistas, dos narcotraficantes, dos movimentos que violentam os domicílios e o patrimônio particular e público, dos políticos corruptos, do corporativismo e corrupção sindical – que contaminou o Estado Brasileiro –, do corporativismo dos conselhos profissionais que negam à sociedade o direito de reparação dos danos causados, da polícia política que despudoradamente macula a honra de homens de bem, dos oportunistas e mentirosos encastelados em partidos políticos sem o compromisso com a ordem e com os símbolos nacionais.

            Somos, portanto, os homens e mulheres de bem, reféns do império da anarquia que se instalou no país há mais de duas décadas e que tem no momento, com o Lula, o seu apogeu que vitima a nação em sua constituição e soberania. 

* Nildo Lima Santos. Bel. Em Ciências Administrativas. Pós Graduado em Políticas Públicas. Consultor em Administração Pública.          


             
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