Estado Livre

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Bacharel em Administração Pública pela Universidade Católica de Brasília e FACAPE/PE, consultor em administração pública e, em desenvolvimento organizacional, com 46 anos de experiência na área pública iniciada no Exército e, que continuo em toda extensão da vida civil. Responsável por relevantes trabalhos em importância e quantidade, na área de formação e relacionadas ao desenvolvimento da administração pública e das organizações civis; dentre os quais: implantação de entes públicos, reformas administrativas e institucionais, incluindo implantação de município recém-emancipado, planos de carreira, regime jurídico dos servidores, concursos públicos, códigos tributários municipais, defesas de contas públicas, audiências públicas, controle interno, normas de posturas e ambientais, etc. Com a atuação ativa na área da filantropia e das organizações sociais. Com passagens e atuação no Rio de Janeiro, Brasília, Bahia e Pernambuco, onde, inclusive, fixou residência.      

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

A consciência do tempo, espaço e matéria, que justificam a existência do espírito






O tempo, o espaço e a matéria, sujeitos dos eventos físicos perceptíveis, têm a sua existência na percepção da consciência existente na vida animal, destarte, o registro de suas existências dependem rigorosamente da consciência animal – dentre os quais e, especialmente, o ser humano. Considerando que tais fenômenos são eternos e infinitos, nesta condição de dependência da consciência que efetivamente é responsável pelo registro da existência de tais fenômenos, não é exorbitante que se afirme, também, que da mesma forma, a consciência é eterna e infinita. Vez que, nenhum desses eventos existe sem a existência dos outros, incluindo a consciência que é condicionante para a percepção de todos os demais eventos. Consciência que se reconhece em determinado momento associada à matéria, sem com a mesma se confundir, e daí, da constatação de que: a consciência é uma das formas de energia que é eterna e infinita, com atributos da capacidade de sua transformação na agregação em si mesma de percepções e conhecimentos que se aperfeiçoam no tempo, espaço e matéria. Daí a constatação e a certeza da existência da alma, reconhecida, também, como espírito que se acomoda em um universo de percepção cujo comando é o espírito divino, funcionando de forma sistêmica, tanto quanto os demais sistemas universais que admitimos tenha o comando único por Deus. Neste sentido, entende-se, que tais percepções integram o universo, no sentido lato, no reconhecimento existencial do espírito.

Nildo Lima Santos

            
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